O filme “Dark Places“, onde Chloe interpreta Diondra, foi lançado nos EUA e no Canadá na última semana e foram divulgadas novas críticas sobre ele. Leia traduzidas abaixo.

A única graça em “Dark Places” – a única pessoa aqui com um pulso – é Moretz como uma rica garota vadia nas cenas de flashback. Ela é como uma bebê psicopata que saiu de de um filme noir* dos anos 1940; você gostaria que ela voltasse e levasse o público com ela.

*certo tipo de filme policial com personagens cruéis e inescrupulosos, ambientados em atmosfera perversa induzida pela fotografia sombria e pelos presságios da música de fundo.

Baseado em um romance de Gillian Flynn (Garota Exemplar), a história utiliza muitos flashbacks para contar sobre o dia da tragédia. É nestas cenas que encontramos o personagem mais memorável do elenco: a imprevisível Diondra, interpretada com uma mistura de loucura, magnetismo e raiva por uma elétrica Chloë Grace Moretz. Sua presença ainda conseguiu ofuscar o clique mecânico da trama e tem um efeito de ar fresco em um filme com muita frequência sufocado por sua própria seriedade.

Fontes: 1 e 2

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